Sunday, September 10, 2023

Aulas (41-60)

Aula 41-42 (5 [1.ª, 4.ª], 11 [3.ª], 15/dez [5.ª]) Correção de apreciação crítica a cartazes com frases «de ódio» (cfr. Apresentação).



Vai lendo «Rapinar» e circundando a melhor alínea de cada item. Não consultes o manual nem outras folhas tuas.

 

Este texto é excerto

a) de um sermão de Santo António.

b) do «Sermão de Santo António [aos peixes]», de Vieira.

c) do capítulo III do sermão que temos vindo a estudar em aula.

d) de um sermão de Vieira.

 

O pretexto para as ideias defendidas pelo orador neste trecho está sintetizado logo nas ll. 1-4:

a) tendo D. João III pedido informação sobre a Índia, respondeu-lhe S. Francisco Xavier que se roubava muito.

b) tendo el-rei D. João III procurado saber se se roubava muito na Índia, escreveu-lhe afirmativamente S. Francisco Xavier.

c) tendo D. João III querido saber o estado da Índia, respondeu S. Francisco Xavier que se conjugavam muito certos verbos.

d) Santo António informou D. João III que, na Índia, o verbo rapio se conjugava por todos os modos.

 

«se usa igualmente a mesma conjugação» (l. 6) significa

a) ‘também se rouba’.

b) ‘usa-se o mesmo verbo’.

c) ‘conjuga-se do mesmo modo’.

d) ‘escreve-se, lê-se, ouve-se, fala-se com o mesmo verbo’.

 

A repetição de «Furtam pelo modo» (ll. 12, 14, 15, 17, 19, 20, 21) constitui

a) um mecanismo de coesão referencial.

b) uma anáfora.

c) uma ironia.

d) um mecanismo de coesão frásica.

 

Os vários modos verbais mencionados — indicativo, imperativo, conjuntivo, etc. (l. 9 e ss.) — são

a) invenções do orador, neologismos, funcionando como reflexão metalinguística.

b) ‘modos de roubar’, no seu sentido mais denotativo.

c) palavras divergentes.

d) termos gramaticais, denotativamente, mas conotam as diversas maneiras de roubar.

 

O pronome «elas» (l. 28) é uma

a) catáfora cujo referente é «as miseráveis províncias» (ll. 26-27).

b) anáfora cujo antecedente é «as miseráveis províncias» (ll. 26-27).

c) anáfora cujo referente é «todas as pessoas» (l. 23).

d) catáfora cujo antecedente é «todas as pessoas» (l. 23).

 

«roubadas e consumidas» (l. 28) é

a) predicativo do complemento direto.

b) predicativo do sujeito.

c) modificador restritivo do nome.

d) complemento direto.



               Vai lendo «Ao encontro do preciosismo» e circunda a melhor alínea de cada item. Não consultes o manual nem outras folhas tuas.

 

«isso» (l. 5) é

a) deítico espacial.

b) deítico pessoal.

c) deítico temporal.

d) anáfora.

 

«Há dias» e «recebi» (l. 8) funcionam como marcas deíticas

a) temporal e pessoal-temporal, respetivamente.

b) temporal e espacial, respetivamente.

c) de tempo.

d) temporal e pessoal-espacial, respetivamente.

 

Na publicação original desta crónica, a parte omitida pelo manual a seguir a «solicitada» (p. 19) — cfr. «(...)» — diz o seguinte: «por outro lado, fica engraçada se involuntariamente certeira, porque a pobre revista, mar, aventura, talvez viagens, vinha de facto de encontro aos meus interesses». Significa isto que o cronista

a) até gostava de alguns dos assuntos tratados na revista.

b) não tinha interesse na revista.

c) tinha interesses coincidentes com os conteúdos tratados na revista.

d) até, segundo tudo indicava, poderia vir a gostar da revista.

 

«meus caros» (l. 21) é

a) sujeito.

b) modificador apositivo do nome.

c) vocativo.

d) modificador restritivo do nome.

 

O erro na mensagem publicitária que levou o cronista a reagir consiste em falha de

a) coesão lexical.

b) coesão frásica.

c) coerência.

d) coesão referencial.

 

O referente de «[d]isso» (l. 23) é

a) todo o parágrafo anterior (l. 22).

b) «o certo é que respondi» (l. 23).

c) «Sabe-se lá quem está do outro lado...» (l. 22).

d) todo o parágrafo anterior (l. 22) e, provavelmente, mais uma sua parte omitida no manual.

 

O trecho do original que foi omitido na linha 23 após «respondi» seria:

a) «Fosse incontinência da vontade (vulgo, acrasia), ou intermitência de juízo (vulgo, afronésia), ou... whatever, respondi».

b) «Quiçá por falta de vontade ou por intermitência de aborrecimento, ou... whatever, respondi».

c) «Fosse por falta de vontade (vulgo, acrasia), ou por muito juízo (vulgo, afronésia), respondi».

d) «Fosse por ter pisado um cocó de cão ou por alguma outra razão, respondi».

 

«irónico, variante de melindre» (l. 29) caracteriza

a) a resposta do «publicitário», que, sob a capa irónica, mostrava ter-se agastado.

b) o cronista, que respondera com ironia, melindrado pela mensagem.

c) a resposta do cronista à mensagem recebida.

d) o cronista, que disfarçava com ironia o ter ficado irritado com o atrevimento da resposta.

 

O pronome «me» (l. 30) desempenha a função sintática de

a) complemento indireto.

b) complemento direto.

c) complemento oblíquo.

d) sujeito.

 

Para o cronista (cfr. ll. 30-31), o sentido de «preciosismo» era

a) ‘uso errado de uma palavra ou expressão’.

b) ‘uso de palavra rara para evitar o recurso a um estrangeirismo’.

c) ‘bom uso da língua’.

d) ‘uso de um estrangeirismo em vez da correspondente palavra vernácula’.

O ano passado falámos de empréstimos, um dos processos irregulares de formação de palavras. Os empréstimos permitem reconhecer as fases históricas em que predominaram influências de certos países.

No quadro em baixo, preenche a coluna que ainda está vazia. Depois, completa as lacunas do texto. Descobrirás as relações entre a época de entrada no português de determinado estrangeirismo, a língua de que veio essa palavra e a sua área temática.

Empréstimo

Língua de origem

Data da primeira ates-

tação em português

Área temática

Desporto

Inglês

XIX (sport)

 

Futebol

Inglês

XX

Jóquei

Inglês

1858

Serenata

Italiano

1813

 

Maestro

Italiano

1858

Ária ('peça musical melodiosa')

Italiano

XVIII

Bijuteria

Francês

1881

 

Vitrine

Francês

1873

Toilete

Francês

1899

Biombo

Japonês

XVI (beòbus)

 

Quimono ('um tipo de roupão')

Japonês

XVI (quimão)

Catana ('espada curta')

Japonês

XVI

Armas

Trovar ('cantar versos')

Provençal

XIII

 

Refrão

Provençal

XIV

Rouxinol

Provençal

XIV (rousinol)

Vilancete ('poema de tema campestre')

Castelhano

XVI

 

Endecha ('poema triste')

Castelhano

XVI

Picaresco ('género literário satírico')

Castelhano

XVII

Maracujá

Tupi

1587

 

Mandioca

Tupi

1549

Piripiri

Tupi

1587

(Etimologias e datas segundo Antônio Geraldo da Cunha, Dicionário Etimológico Nova Fronteira da Língua Portuguesa, 1982)

Os provençalismos (empréstimos do ______, uma língua antiga do sul de França) testemunham a importância da literatura provençal na poesia galego-portuguesa medieval. Como consequência da expansão portuguesa, a língua _____ deu-nos termos relativos a objetos que o ocidente até então desconhecia. Do mesmo modo, os tupinismos que escolhi reportam-se a nomes de _______ que os europeus foram encontrar no Brasil pela primeira vez. O castelhano deixou-nos muitas palavras do âmbito da literatura, que entraram no português sobretudo nos séculos ___ e ___, a época do apogeu da cultura espanhola, que aliás coincidiu com a dinastia filipina. Sobre os galicismos (estrangeirismos franceses), lembre-se que durante o século ___ foi forte a influência francesa em vários campos, entre os quais o da ______, como provam os exemplos. No campo musical, pela mesma altura e já antes, era a _________ que inspirava os outros países. Na transição para o século XX, uma série de desportos criados em ________ foram adotados em outros países e, claro, com esses desportos vieram os termos respetivos. Hoje em dia, o inglês é o maior fornecedor de estrangeirismos (nas tecnologias, por exemplo, predominam nitidamente os anglicismos).

Os estrangeirismos — ou seja, os empréstimos na fase em que ainda são percebidos como estranhos à língua em que se integraram — são criticados por quem tem uma atitude conservadora relativamente à língua portuguesa. A luta contra os estrangeirismos levou a que alguns gramáticos mais fanáticos procurassem substituí-los por palavras que eles próprios inventaram, segundo padrões portugueses. São elas resultado de exagerado purismo, o preciosismo referido no artigo de Abel Barros Baptista.

Verifica se alguma das propostas venceu nos hábitos de hoje ou se foram os estrangeirismos que triunfaram na língua corrente. Marca os neologismos que, apesar de tudo, ainda se usem (haverá só um ou dois). Marca também a proposta que consideres mais ridícula. Por fim, adivinha a origem dos estrangeirismos, escrevendo f(rancês) ou i(nglês).

Neologismos propostos por gramáticos

Estrangeirismos

Origem

Nasóculos

Pince-nez ('óculo de mola')

 

Preconício

Reclame

 

Lucivelo, abajúrdio

Abajur (Abat-jour)

 

Ancenúbio

Nuance

 

Ludâmbulo

Turista

 

Ludopédio, balípodo, pedibola, furta-bola, bolapé

Futebol

 

Rabo de galo

Cocktail

 

Cardápio

Menu

 

Vesperal

Matiné (Matinée)

 

Bosquejo

Sketch

 

Ampara-seios, estrófio, mamilar

Sutiã (Soutien)

 

Tabuínha de chocolate

Tablete de chocolate

 

Alviçareiro

Repórter

 

Runimol

Avalanche

 

Legicídio social

Golpe de estado

 

Venaplauso

Claque

 

Haurinxugo, hauricanulação

Drenagem ('escoamento')

 

Escreve um texto expositivo ou de opinião sobre assunto que escolherás (procura talvez assunto em que te sintas bastante seguro, especialista, mesmo se muito específico).

Não escolhas tópico ensinado em disciplinas escolares. Usa pelo menos doze conectores (de sentidos diferentes) dos que estão na tabela da p. 372, sublinhando-os.

Talvez 150-200 palavras.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

TPC — Consulta o Dicionário de estrangeirismos clicável a partir de Gaveta de Nuvens (não fiques só pela letra A) Escolhe três estrangeirismos, de línguas de origem diferentes. Cria um equivalente vernáculo, com formação percetível e, eventualmente, alguma graça.

 

 

Aula 43-44 (6 [1.ª], 7 [4.ª], 13 [3.ª], 18/dez [5.ª]) Correção de comentário sobre «Maria Albertina» (cfr. Apresentação).

Reveremos hoje os processos de formação de palavras. Trata-se, para já, dos Processos morfológicos (ou regulares) de formação de palavras. (Há também ‘Processos irregulares de formação de palavras’, que não estudaremos agora.)

Pus a seguir um quadro de classificações que já conhecerás parcialmente. Podes também ir seguindo o ponto 5.3 da p. 360 do manual. Só depois distribuirás pelas quadrículas estas dezoito palavras.

gajo (< gajão) | entristecer | alindar | saca-rolhas | pesca (< pescar) | amável | reler  socioeconómico | apicultura | omnívoro | bomba-relógio | guerrear | incompleto inalterado | estomatologia | um porto (< Porto) | burro (< burro) | infelizmente

Na derivação afixal (a que envolve adição de constituintes morfológicos), distinguimos:

prefixação

 

sufixação

 

prefixação e sufixação

 

parassíntese

 

(A parassíntese, que não surge no manual, consiste na afixação simultânea de um sufixo e um prefixo a uma forma de base.)

Depois, no nosso livro, referem-se dois processos que não envolvem adição de constituintes morfológicos. No entanto, note-se que a derivação não afixal (a que se costumava chamar derivação regressiva) implica ter havido a ideia — errada — de que uma dada palavra era já uma derivada por afixação, dela se podendo deduzir, por subtração dos supostos afixos, uma também suposta palavra primitiva, que é afinal a palavra derivada regressivamente. A conversão  é que nada tem a ver com afixos: é apenas a situação em que uma palavra passa a ser usada numa nova classe.

derivação não afixal

 

conversão

 

Na composição, distingue-se a composição morfossintática (ou ‘por palavras’), que implica a associação de duas palavras (ou mais); e a composição morfológica (ou ‘por radicais’), em que se associam dois radicais ou um radical e palavra.

composição morfossintática  (palavra + palavra)

 

 

composição morfológica

radical + radical

 

radical + palavra

 

Depois de vermos a conferência de Abel Xavier, completa com termos de gramática ou exemplos:

Por retórica ou por convicção, Abel Xavier assumiu que «treinador», «lutador» e «vencedor» seriam formados por ________ («treinador» = ‘treina a dor’; «lutador» = ‘luta a dor’; «vencedor» = ‘vence a dor’).

Na verdade, trata-se de palavras ________, constituídas pelas ________ «treina(r)», «luta(r)» ou «vence(r)» a que se acrescentou o _________ -dor. Este sufixo de nominalização tem o significado de ‘profissão, agente’, inscrevendo-se num grupo de sufixos que servem para formar nomes agentivos: -ário («empresário», «____»); -ino («campino», «____»); -eiro («carteiro», «____»); -ista («pianista», «____»); -nte («estudante», «____»).

O ex-treinador do Olhanense comete ainda um lapso, ao criar a palavra «eficacidade» (em vez de «______»). Porém, foi um erro com lógica. Entre os vários ______ de nominalização que significam ‘qualidade, estado, propriedade’ estão -idade («velocidade») e -ia («alegria»), ao lado de, por exemplo, -ice («tolice») e -ura («ternura»). Só que ao adjetivo «eficaz» cabe o sufixo nominalizador -ia (e não ______).

Distribui pelos quadros estas palavras de «Possuído por vozes da rádio» (série Lopes da Silva). Nem todas as quadrículas serão preenchidas e haverá outras com mais do que uma palavra.

[o seu melhor] acordar | é desagradável | chinfrineira |os Já Fumega | passatempo | desprevenido | um transtorno (< transtornar) | telenovela | sintonizar | troca (< trocar) | transbordar

derivação com adição de constituintes morfológicos

prefixação

 

sufixação

 

prefixação e sufixação

 

parassíntese

 

 

derivação sem adição de constituintes morfológicos

derivação não afixal

 

conversão

 

 

composição

composição morfossintática

 

composição morfológica

 

Escreve os dois parágrafos do desenvolvimento de

Tema: Liberdade de expressão

Ponto de vista (tese): A perspetiva de Voltaire acerca da liberdade de expressão tem vindo a ser ...

1.º parágrafo: Argumento + Exemplo

2.º parágrafo: Argumento + Exemplo

[tema] Atribui-se a Voltaire, embora erradamente, uma frase em que o escritor teria dito defender até à morte a liberdade de expressão mesmo de ideias de que discordasse radicalmente.

[ponto de vista ou tese] Esta perspetiva acerca da liberdade de expressão tem vindo a ser posta em causa; deveríamos estar mais atentos e protegê-la.

Esta perspetiva acerca da liberdade de expressão tem sido, felizmente, matizada pela necessidade de erradicar o «discurso de ódio».

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

 

 

Aula 45-46 (12 [1.ª, 4.ª], 18/dez [3.ª]; esta aula será diluída em outras no caso da turma 5.ª) Correção de questionário de compreensão dos textos «Rapinar» e «Ao encontro do preciosismo» (cfr. Apresentação).

Em termos de correção linguística dos vossos textos, o problema mais comum tem que ver com a Acentuação gráfica. Sistematizamos agora essa matéria, cujo desconhecimento é a fonte maior de erros nas redações.

As formas erradas que se seguem são retiradas de textos vossos ou de outros colegas. Todas têm problemas de acentos. Escreve a forma já corrigida, ao lado da regra que lhe corresponda (escreve, portanto, na coluna da direita, onde já pus alguns exemplos).

[o] porque [das coisas] / intíma [adjetivo] / tentão [Presente do Indicativo] / provavél / tambem / contrario [adjetivo ou nome] / brincavamos / cardiaco / acreditára [Mais-que-perfeito] / proximo / unica / so / relogio / neuronios / fôra / saira [Mais-que-perfeito] / passeavamos /estáva / príncipal / ultimo [adjetivo] / dificil / alguem / estadio / sotão / iría / faceis / Africa / páis [‘parentes’] / [ontem] juramos / alí / e [Presente de «Ser»] / [quis] deixa-los / pensão [Presente] / possivel / tivémos / ninguem / podera [Futuro] / dár-me / hipotese / acabára / sonambula / [eles] mantém / saíu / imprevísivel / irónicamente / começaram [Futuro] / familia / passáros / musica / incrivel /faziamos / noticias [nome] / chegármos / iamos / lêem

regra que as grafias em cima não cumprem

formas já corrigidas

Palavra aguda terminada em a, e ou o (com ou sem -s) leva acento.

má    deixá-los

Palavra aguda terminada em ditongo nasal [ãw] leva til.

verão   começarão

Palavra aguda terminada em i ou u (com ou sem s) precedidos de vogal com que não formem ditongo leva acento.

Luís   saí   baú   

Palavra aguda terminada em -em ou ens, se tem mais de uma sílaba, leva acento.

parabéns   também   ninguém   alguém   (ele) mantém

Palavra aguda terminada em ditongo aberto leva acento.

céu   dói

3.ª pessoa do plural de «ter» ou «vir» leva acento circunflexo (para se distinguir da forma do singular).

vêm    (eles) mantêm

Palavras agudas fora das condições acima descritas não levam acento.

peru   ali   dar-me

Palavras graves, não havendo outra condição especial, não levam acento.

vemos   acreditara   tivemos   ironicamente   leem

Palavras graves terminadas em -l, -n, -r, -s, -x e -ps levam acento.

nível   hífen   provável   possível

Palavra grave terminada em ditongo oral (seguido ou não de -s) leva acento.

fúteis   fáceis

Palavra grave terminada em ou -ão (seguidos ou não de s) leva acento.

órfã   sótão

Palavra cuja sílaba tónica i ou u não forma ditongo com a vogal anterior (a não ser se se seguir um -nh ou -m, -n e -r) leva acento.

constituído   sair   saindo   rainha   saíra

1.ª pessoa do plural do pretérito perfeito da 1.ª conjugação leva acento (para se distinguir do presente). [para nortenhos, prescindível]

andámos   jurámos

3.ª pessoa do singular do pretérito perfeito do verbo «poder» leva acento (para se distinguir do presente).

pôde

Não se emprega acento antes de ditongos iu ou ui precedidos de vogal.

caiu   saiu

Todas as palavras esdrúxulas (verdadeiras ou aparentes) têm acento.

esdrúxula   Flávio   íntima   brincávamos   relógio   íamos   

Escreve uma apreciação crítica da curta-metragem O emprego (referida na p. 70 do manual).

Deves incluir as palavras «distopia», «Padre António Vieira», «Sermão de Santo António», «final», «inesperado», «alegoria».

Para melhorar coesão lexical, podes usar: «filme», «curta», «curta-metragem», «animação», «película», «El empleo».

A caneta. Menos de 150 palavras.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Albert George, nascido em 1895, foi inesperadamente rei de Inglaterra. Foi excelente atleta, serviu na Armada Real, lutou na I Guerra, tendo sido sempre educado no pressuposto de que o seu irmão Eduardo seria rei. Afinal, Jorge VI reinaria, e numa época dramática. Coube-lhe a ele anunciar aos ingleses que, mais uma vez, a Inglaterra estava em guerra.

[O discurso do rei]

Nesta hora difícil, talvez a mais dolorosa da nossa história, transmito para todos os lares do meu povo, tanto aqui como além mar, esta mensagem dita com o mesmo sentimento profundo por cada um de vós como se eu pudesse entrar nas vossas casas e falar-vos diretamente.

Pela segunda vez nas nossas vidas, estamos em guerra.

Tentámos e tentámos descobrir uma saída pacífica, ultrapassando as diferenças entre nós e os nossos inimigos; mas tudo foi em vão.

Fomos forçados a um conflito, pois com os nossos aliados fomos levados a enfrentar um desafio que põe em causa um princípio que, se perdurasse, se revelaria fatal em qualquer linha civilizada do mundo.

É um princípio que permite a um Estado, numa simples procura egoísta de poder, desrespeitar tratados e juramentos solenes, justificando o uso da força ou da ameaça da força contra um Estado soberano e independente de outros Estados.

Um tal princípio, despido de qualquer disfarce, é certamente a doutrina mais primitiva de que poder constitui um direito, e, se este princípio se estabelecesse em todo o mundo, a liberdade do nosso próprio país e de toda a Comunidade Britânica de nações estaria em perigo.

Mas, mais do que isto, os povos do mundo estariam unidos pelo medo e seria o fim de todas as esperanças de uma paz estável e segura, de justiça e liberdade entre as nações.

Este é o derradeiro fim que me leva a falar-vos para casa, e ao meu povo além mar, que fará dele a nossa causa.

Peço-vos que permaneçais calmos e firmes e unidos nesta prova.

A tarefa será dura. Aproximam-se certamente dias sombrios e a guerra deixará de estar confinada aos campos de batalha, mas só poderemos agir bem se conhecermos o bem e, humildemente, dedicarmos a nossa causa a Deus. Se a ela permanecermos fiéis, prontos para qualquer tarefa ou sacrifício que nos seja exigido, então, com a ajuda de Deus, venceremos.

[texto introdutório e tradução do discurso de Jorge VI tirados de Isabel Casanova, Discursar em português... E não só. O discurso em análise, Lisboa, Plátano, 2011]

TPC — Relanceia a ficha ‘Coesão textual’ do Caderno do aluno, que reproduzirei já com soluções.

 

 

Aula 47-48 (13 [1.ª], 14 [4.ª], 20/dez [3.ª]; 8/jan [5.ª]) Já analisámos o paratexto de livros de uma coleção de viagens. Vamos rever essas noções mas aplicadas a teatro, ao Frei Luís de Sousa, de Almeida Garrett, a obra que nos vai ocupar nos próximos tempos.

O manual — que apresenta o texto integral da peça mas com interrupções (para introduzir perguntas, outros textos, esquemas) — tem, na p. 75, uma reprodução facsimilada da página inicial original.

E, na p. 82, sob «Educação Literária», temos essa mesma página já com a grafia modernizada, seguindo-se-lhe a didascália com o cenário do Ato I («Ato Primeiro»).

Título da peça

[não esqueças a sublinha correspondente ao itálico dos títulos de livros:] _____________

Autor

_____________

Género (farsa, tragédia, drama [romântico], comedia, tragicomédia, ...)

____, que serve mesmo de subtítulo. Porém, se lermos o que o diz o próprio Garrett em «Memória ao Conservatório Real»» (p. 78 do manual, ll. 30-32), percebemos que, «pela índole», considerava a peça uma ______.

Informação sobre representações

«Representado, a primeira vez, em _____, por uma sociedade __, no teatro da Quinta do _____, em 4 de julho de __.»

Lista de personagens («pessoas»)

[além das três que já pus, indica as três seguintes:] Manuel de Sousa, Madalena de Vilhena, Maria, ______, ______, ______.

Quantos atos há?

___ (percebemo-lo logo pela tábua-resumo na p. 81); no manual, a cena I de cada ato está nas pp. __, 109, __.

Há descrição do cenário de cada ato?

Sim. As didascálias descritivas dos cenários estão antes de cada ato. Portanto, no manual, respetivamente, nas pp. __, __, 131.

Quantas cenas têm os atos?

Doze; _____; _____.

Há didascálias junto das falas das personagens?

[Transcreve a primeira que encontres — entre parênteses e em itálico, a seguir ao nome que antecede a fala:] «________ maquinalmente e devagar o que acaba de ler».

Onde se passa a ação?

Em _____.

Ouçamos agora o trecho do programa radiofónico Vamos todos morrer, de Hugo Van der Ding, https://www.rtp.pt/play/p5661/e511131/vamos-todos-morrer, referido na p. 74 do manual, para depois respondermos a 1.1:

(A) | (B) | (C) | (D) | (E) | (F)

Como já percebeste, a didascália relativa ao cenário do ato I está na p. 82. É uma sala de um palácio de finais do século XVI, domicílio de família rica.

Redige uma didascália equivalente, mas transposta para o século XXI e para um contexto de classe média (média-alta, média-baixa ou, mesmo, baixa mas não de um sem-abrigo). Uma verdadeira didascália ficaria sublinhada (ou em itálico), mas, excecionalmente, vamos prescindir dessa regra.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Nesta aula trataremos de Paratexto (no fundo, as partes do livro que não correspondem ao texto principal). Faz corresponder os termos (1-22) a cada uma das descrições (a-v). Já resolvi o primeiro termo, a que corresponde a definição i.

1. _i_ Lombada

2. __ Prefácio

3. __ Portada, rosto ou frontispício

4. __ Sinopse

5. __ Dedicatória

6. __ Índice

7. __ Rodapé ou pé

8. __ Capa

9. __ Título corrente

10. __ Adenda ou apêndice

11. __ Bibliografia

12. __ Sobrecapa

13. __ Contraportada

14. __ Posfácio

15. __ Contracapa

16. __ Glossário

17. __ Cinta

18. __ Guarda

19. __ Orelhas, abas ou badanas

20. __ Cólofon ou colofão

21. __ Epígrafe

22. __ Anterrosto

a. Face posterior externa de um livro (pode incluir sinopse, citações de críticos, código de barras).

b. Página branca colocada no início e no fim do livro (não deveria contar para a paginação).

c. Margem inferior da página (onde pode haver notas, além das que fiquem no final do texto).

d. Referência tipográfica registada na última página de um livro («Este livro foi impresso [etc.]»).

e. Frase ou citação colocada no início de um livro ou de um capítulo, por vezes em página única.

f. Página onde aparece o título completo da obra, autor, lugar, editor e data (eventualmente, prefaciador e tradutor); é por ela que se faz a referência bibliográfica.

g. Face anterior externa de um livro (livros podem tê-la mole ou dura).

h. Folha impressa (de papel ou outro material) que pode envolver a capa.

i. Parte lateral de um livro, que une a capa e a contracapa (numa estante é muito relevante).

j. Texto colocado no final de um livro com esclarecimentos, autorais ou não, que parece cumprir desígnios semelhantes que o prefácio mas com maior discrição.

k. Cada uma das partes da capa e da contracapa, ou da sobrecapa, de um livro que se dobram para dentro (podem ter texto sobre o autor, listas de livros da coleção).

l. Banda de papel que pode envolver um livro e que contém elementos que o publicitam.

m. Página ímpar, não numerada, que precede o frontispício e só leva o título (abreviado, se for longo).

n. Frase ou pequeno texto em que o autor oferece a obra a alguém, geralmente numa página isolada.

o. Sumário do conteúdo de um livro (que pode figurar na contracapa ou nas orelhas).

p. Acrescentamento, suplemento, um pouco à margem do resto, no fim de um livro.

q. Verso da portada, onde fica muitas vezes a ficha técnica.

r. Texto introdutório no início do livro, para o apresenta (não costuma ser do autor).

s. Lista, alfabeticamente ordenada, dos termos técnicos utilizados num livro e respetivos significados.

t. Listagem de obras consultadas ou sobre um determinado assunto.

u. Título (abreviado) que fica no cabeçalho das páginas ímpares; nas pares fica, em geral, o nome do autor.

v. Relação dos capítulos, temas, palavras ou autores contidos num livro, com indicação da(s) página(s) em que surgem.

Como já percebeste, a didascália relativa ao cenário do ato I está na p. 82. É uma sala de um palácio de finais do século XVI, domicílio de família rica. Redige uma didascália equivalente, mas transposta para o século XXI e para um contexto de classe média (média-alta, média-baixa ou, mesmo, baixa mas não de um sem-abrigo).

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Nos espaços à direita da letra da canção, escreve a função sintática dos constituintes que sublinhei:

«Nos desenhos animados (Nunca acaba mal)»

(Os Azeitonas)

 

Eu quero a sorte de um cartoon     ____________

Nas manhãs da RTP1     ____________

És o meu Tom Sawyer     ____________

E o meu Huckleberry Finn

E vens de mascarilha e espadachim     ____________

Lá em cima, há planetas sem fim     ____________

 

Tu és o meu super-herói     ____________

Sem tirar o chapéu de cowboy

Com o teu galeão e uma garrafa de rum

Eu era tua e de mais nenhum     ____________

Um por todos e todos por um

 

Nos desenhos animados

Eu já conheço o fim

O bem abre caminho     ____________

A golpe de espadachim     ____________

E o príncipe encantado

Volta sempre para mim     ____________

 

Eu sou a Jane e tu, Tarzan     ____________

A Julieta do meu D’Artagnan

Se o teu cavalo falasse

Tinha tanto para contar

Ao fantasma debaixo dos meus lençóis     ____________

Dos tesouros que escondemos dos espanhóis                   ____________

 

Nos desenhos animados

Eu já conheço o fim

O bem abre caminho

A golpe de espadachim

E o príncipe encantado

Volta sempre para mim     ____________

 

Quando chegar o final     ____________

Já podemos mudar de canal

Nos desenhos animados

É raro chover     ____________

E nunca, quase nunca acaba mal.

TPC — Lembro tarefas em curso, na Classroom, destacando o interesse de irem lendo contos (não só os dois que considero obrigatórios, mas ainda os que os possam ler das revistas que anexei).

 

 

Aula 49-50 (20/dez [1.ª], 3 [3.ª], 4 [4.ª] 5/jan [5.ª]) Correção de apreciação crítica à animação «O emprego».

Retomando os Processos morfológicos de formação de palavras, que estudámos a aula passada, distribui pelos quadros estas palavras dos sketch «Chatanato» (série Lopes da Silva):

totalidade | psicólogo | invulgar | aeromodelismo | desconhecer | chatice | igualmente | adormecer | sorrir | caixa de óculos | [um] chato | visita (< visitar) | gajo | filatelia

derivação com adição de constituintes morfológicos

prefixação

 

sufixação

 

prefixação e sufixação

 

parassíntese

 

 

derivação sem adição de constituintes morfológicos

conversão

 

derivação não afixal

 

 

composição

composição morfológica

 

composição morfossintática

 

No sketch cujos protagonistas são o talhante Lopes da Silva e a freguesa Dona Raquel (série Lopes da Silva), a característica mais saliente é o uso de diminutivos. Em geral, são nomes que aparecem assim graduados, mas há palavras de outras classes:

Palavra derivada (com sufixo diminutivo)

Palavra sem o diminutivo

Classe

[Está] boazinha?

boa

 

[umas] espetadinhas

 

 

franguinho

 

nomes (N)

lombinhos

 

 

campinho

 

 

guisadinhas

 

adjetivos (Adj)

linguinha

 

 

coelhinho

 

 

saborzinho

 

 

[tão] gostosinho

 

 

molhozinho

 

 

porquinho

 

 

[papilas] gustativinhas

 

 

peruzinho

 

 

suculentozinho

 

 

peixinho

 

 

talhinho

 

 

poucochinho

 

 

tempinho

 

 

parvalhãozinho

 

 

cretinazinha

 

 

talhantezinho

 

 

[sua] pegazinha

pega

 

ruinha!

 

 

Os diminutivos conferem valores variados (pequenez, estima, desprezo, etc.). Neste caso, a maioria dos diminutivos visava dar mostras de ________, sendo porém os últimos, depois de se perceber que a cliente não ia comprar carne, de ________.

Nota que a junção do sufixo inho pode fazer-se à forma de base ou à palavra inteira, requerendo por vezes uma ligação suplementar (com -z- ou com outra consoante) — _______, _______, _______ {retira da tabela exemplos com consoante anteposta a -inho} — ou não — ________ {só um exemplo}.

Em «Um quilinho de kunâmi» (série Meireles) há bastantes adjetivos (uns graduados em comparativo, superlativo, etc.; outros graduados através de diminutivos). Surgem ainda nomes que, pelo seu significado, pela entoação ou pelo diminutivo, também exprimem uma valorização. Marca os [A]djetivos e os [N]omes. Circunda os sufixos diminutivos.

Um quilinho de kunâmi.

É kunâmi do bom.

É fruta tropical raríssima.

Paizinho!

Isto é bom, muito raro.

Por isso o preço é upa-upa, puxadote.

Olh'ò kunâmi fresquinho!

Isto é só fruta podre.

 

É preciso ter um gosto sofisticado.

Docinho... Maravilha!

Isto faz um suminho...

Alface velha, ameixas podres, ...

Com todo o respeito, a sua mulher é uma pega.

É um bocadinho, é.

Ainda há gente simpática...

 

Completa com complemento direto, complemento indireto, complemento oblíquo, complemento agente da passiva, predicativo do sujeito, predicativo do complemento direto, modificador do grupo verbal.

Moras em Cabul?

 

Os estores da minha casa foram estragados pela ventania.

 

Em Miranda do Douro come-se boa carne.

 

O Sandro é o último português sem telemóvel.

 

Comi anteontem uma costeleta de gato excelente.

 

O Alípio foi ali e já vem.

 

Iracema mentiu a Adalberto.

 

Na livraria vendem carapaus.

 

Ontem passei por ela.

 

Regressaste da Líbia.

 

O Ulisses põe o livro na estante.

 

Os jornalistas consideraram Messi o melhor.

predicativo do complemento direto

Identifica as funções sintáticas (sujeito, predicado, complemento direto, etc.), na canção com que se inicia o filme O amor acontece. Interessam só as expressões sublinhadas.

Sinto-o nos meus dedos,

Sinto-o nos meus pés,

O amor anda à minha volta,

O Natal está à minha volta,

E  o sentimento   cresce,

Está escrito no vento,

Está onde quer que vá.

Por isso, se gostam do Natal,

Deixem nevar.

o = ____ (cujo referente são os versos 4-7; trata-se, portanto de uma ____ {anáfora/catáfora}).

[eu] (subentendido) = _____

à minha volta = ______

à minha volta = ______

o sentimento = ______

cresce = _______

escrito no vento = ______

Está onde quer que vá = _____

do Natal = _______

[vocês] (subentendido) = ______

TPC — Aproveita para ler contos (o mais que puderes) — cfr. última tarefa na Classroom.

 

 

Aula 51-52 (3 [1.ª], 8 [3.ª, 5.ª], 9/jan [4.ª]) Correção do trabalho com didascália de cenário (ver Apresentação).

Lê o excerto de verbete que se segue:

Frei Luís de SousaDrama de Garrett, em três atos, em prosa, justamente considerado a obra-prima do teatro português. Foi representado pela primeira vez em 4 de julho de 1843, num teatro particular (o da Quinta do Pinheiro, a Sete Rios, pertença de Duarte de Sá), e por amadores da melhor sociedade (o próprio autor desempenhou o papel de Telmo). A 1.ª edição data de 1844. A ação é de trágica simplicidade. D. João de Portugal foi dado como perdido na batalha de Alcácer-Quibir. Sua mulher, D. Madalena de Vilhena, após sete anos de espera e de buscas infrutíferas, desposou D. Manuel de Sousa Coutinho, que já amava em vida de D. João; deste segundo casamento nasceu uma filha, D. Maria de Noronha, que, aos treze anos, revela estranha sensibilidade, aguçada pela tuberculose. Só o velho criado, Telmo, sempre fiel à memória de D. João, espera que ele esteja vivo e regresse; essa íntima fé enche a casa de negros presságios. [...]

Jacinto do Prado Coelho (dir.), Dicionário de literatura portuguesa [...], 3.ª ed., Porto, Figueirinhas, 1984, s. v.

Outros dados históricos úteis para se perceber a intriga:

D. Pedro I nasceu em 1320, iniciou o reinado em 1357 e morreu em 1367. (Inês de Castro foi assassinada em 1355.)

Luís de Camões nasceu em 1524 (ou 1525) e morreu a 10-6-1580.

A Batalha de Alcácer Quibir ocorreu em 4-8-1578. O rei português era então D. Sebastião, nascido em 1554 e desaparecido (provavelmente, morto) nessa batalha.

Entre 1580 e 1640 foram reis de Portugal Filipe I (de 1580 a 1598), Filipe II (1598-1621) e Filipe III (1621-1640), respetivamente Filipe II, III e IV de Espanha.

Manuel de Sousa Coutinho (aka Frei Luís de Sousa) nasceu c. 1555 e morreu em 1632 (em S. Domingos de Benfica); foi um dos melhores prosadores da língua portuguesa.

João de Portugal, fidalgo da casa de Vimioso, terá morrido em Alcácer Quibir (1578); este D. João não era rei de Portugal («Portugal» é um apelido).

Almeida Garrett nasceu em 1799 e morreu em 1854.

Dia em que começa a ação da peça (e em que decorre o Ato I): 28 de julho de 1599

Lê a p. 83, que contém a cena I do ato I de Frei Luís de Sousa, mas revê também o cenário deste primeiro ato (na p. 82). Vai respondendo:

p. 82, l. 3          Vê-se toda Lisboa porque a casa-palácio fica {circunda a solução certa} num ponto alto da capital / em Almada / num ponto privilegiado do Bairro da Jamaica

p. 82, ll. 4-5 O retrato será de {circunda o nome certo} D. João de Portugal / Manuel de Sousa / D. Sebastião / Telmo / um cocó vestido de cavaleiro de Malta

p. 83, ll. 13-15 O facto de Madalena recitar o passo dos Lusíadas que precede a chegada dos algozes de Inês de Castro («Estavas, linda Inês») pretenderá {risca o que consideres errado} acentuar os hábitos literários da personagem / prenunciar que algo funesto sucederá / possibilitar analogias entre os amores de Inês e de Madalena

p. 83, ll. 16-19 Madalena considera-se {circunda a solução certa} mais infeliz do que Inês / mais feliz do que Inês / tão infeliz quanto Inês

p. 83, l. 19 O pronome pessoal «ele» tem função de {circunda a solução certa} complemento direto / complemento indireto / complemento oblíquo / sujeito

p. 83, l. 19 Este pronome «ele» refere-se a {circunda a solução certa} Manuel de Sousa Coutinho / D. João de Portugal / Telmo / D. Pedro

p. 83, ll. 16-23 No monólogo de Madalena, as reticências, a interrogação e as exclamações concorrem para exprimir {risca o que consideres errado} a angústia / a intranquilidade / a fome de golo / o apetite sexual / a euforia / o entusiasmo.

Resolve o item 3 da p. 83 (escreve mesmo os termos):

A primeira cena da peça corresponde a um ______, durante o qual Madalena, através de uma linguagem emotiva, marcada pelas _______, expressa a sua ________.

Na primeira cena da obra, encontramos D. Madalena numa reflexão motivada por dois versos de Os Lusíadas, relativos a Inês de Castro.

Contextualiza os versos na obra de Luís de Camões.

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Sintetiza a forma como D. Madalena os transpõe para a sua própria existência.

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[Nas turmas 3.ª, 4.ª e 5.ª, o que se segue foi realizado em aula anterior, 49-50; e deu-se aqui o que fora objeto da segunda parte da aula 49-50 do 11.º 1.ª; cfr. aula 49-50]

Escolhe, entre as citações bonitas nos livros distribuídos, uma, duas ou três que pudessem servir de epígrafe(s) a um conto que escreverás.

Transcreve-as com cuidado (quer frase quer autor).

Começa o conto (vai escrevendo, mais em qualidade do que em quantidade — com a preocupação já de como se «resolverá» o conto na sua totalidade).

{Depois, dentro de chavetas, tenta antecipar-me o que se seguirá.}

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TPC — Aproveita para ler contos (o mais que puderes) — cfr. última tarefa na Classroom.

 

 

Aula 53-54 (9 [1.ª], 10 [3.ª], 11 [4.ª], 15/jan [5.ª]) Assistência a versão de Frei Luís de Sousa (1950), em filme de António Lopes Ribeiro, cena II.

Vai lendo a cena II (pp. 84-89) do Frei Luís de Sousa, a maior da peça, e circunda a melhor alínea.

Na sua primeira fala (ll. 1-2), Telmo trata Madalena na

a) 2.ª pessoa do singular, passando depois, em geral, à segunda pessoa do plural.

b) 3.ª pessoa do singular, passando depois, em geral, à segunda pessoa do plural.

c) 3.ª pessoa do singular, passando depois, em geral, à segunda pessoa do singular.

d) 2.ª pessoa do singular, tratamento que manterá nas restantes falas desta cena.

 

Nas linhas 5-6, o livro que é referido é

a) a vida, o passado.

b) a Bíblia.

c) Os Lusíadas.

d) Frei Luís de Sousa.

 

Relê «como meu senhor... quero dizer como o Sr. Manuel de Sousa Coutinho» (ll. 7-8). A reformulação a meio da frase significa que Telmo

a) considerava ainda D. João de Portugal o seu verdadeiro amo.

b) invocara Deus, por lapso, mas, pouco depois, retomava a frase devidamente.

c) tinha má opinião acerca de Manuel de Sousa Coutinho.

d) pretendia mostrar independência e que não se considerava escudeiro de ninguém.

 

«lá isso!...» (l. 8) implica

a) juízo claramente favorável acerca de Manuel de Sousa.

b) menorização de D. João de Portugal relativamente a Manuel de Sousa Coutinho.

c) certa desvalorização de Manuel de Sousa, apesar do reconhecimento de capacidades suas.

d) correção do que dissera Madalena.

 

Entre as linhas 7 e 15, alude-se

a) ao facto de a Bíblia dever estar escrita em inglês, a língua de todos.

b) às relações de Telmo com as correntes revolucionárias.

c) à Bíblia e à língua em que poderia ser lida.

d) aos hereges.

 

Centrando-te nas linhas 16-34: Madalena trata Telmo

a) na 2.ª pessoa do plural.

b) ora na 2.ª pessoa do plural ora na 2.ª pessoa do singular.

c) na 3.ª pessoa do singular.

d) na 2.ª pessoa do singular.

 

As falas das linhas 26-34 permitem saber que Telmo fora aio

a) da família de Dona Madalena.

b) do primeiro marido de Dona Madalena.

c) da família de Manuel de Sousa Coutinho.

d) de Manuel de Sousa Coutinho.

 

Na fala das linhas 26-30

a) Telmo é caracterizado indiretamente.

b) Telmo é caracterizado diretamente (heterocaracterização).

c) Madalena faz uma autocaracterização.

d) Telmo e Madalena saem caracterizados indiretamente.

 

O aparte na l. 35 («Terá...») visa mostrar que Telmo

a) está revoltado por não ter agora o papel relevante que já fora seu.

b) desconfia da «santidade» do seu primeiro amo.

c) acredita que D. Sebastião não morrera em Alcácer Quibir.

d) não acredita na morte de D. João de Portugal.

 

«seu pai» (l. 41) refere-se

a) ao pai de Telmo.

b) a Manuel de Sousa.

c) a D. João de Portugal.

d) a D. João.

 

«nessas coisas» (l. 44) — o que Madalena pede a Telmo que não aborde nas conversas com a filha — engloba assuntos

a) de índole sexual e religiosa.

b) de índole sexual, religiosa e política.

c) ligados a Alcácer Quibir, sobretudo, e porventura outros considerados demasiado intelectuais ou «de política».

d) ligados à pedofilia, à droga, à violência doméstica.

 

Maria era

a) alta, saudável.

b) fisicamente desenvolvida e uma joia de moça.

c) frágil.

d) linda de morrer.

 

Telmo não podia ver Maria (l. 55) por

a) esta ser fruto do amor de Madalena por outro que não o seu primeiro amo, D. João.

b) esta lhe lembrar o pai, D. João de Portugal.

c) preferir moças mais cheiinhas.

d) estar cada vez mais míope.

 

As falas nas linhas 63-65 e 69 mostram um Telmo

a) supersticioso.

b) agoirento, potenciando a angústia de Madalena.

c) que gosta de contradizer os outros.

d) dócil ante o pedido de Madalena.

 

Telmo considerava que Maria era digna de ter nascido em melhor estado (l. 84), por

a) não ter conhecido o pai.

b) o segundo casamento de Madalena poder não ser legítimo.

c) ter nascido já sob o domínio filipino.

d) ter nascido doente.

 

«Para essa houve poder maior que as minhas forças...» (l. 117). O poder a que se reporta Madalena é o

a) da morte.

b) de Deus.

c) do amor.

d) da guerra.

 

A dúvida de Telmo (l. 129) quanto à morte do amo

a) assentava também no que se dizia numa carta entregue a Frei Jorge.

b) devia-se sobretudo ao seu sebastianismo.

c) era resultado apenas da sua fidelidade a D. João.

d) era mero palpite de aio fiel e teimoso.

 

O segundo casamento de Madalena

a) não fora consentido pela família do primeiro marido.

b) tivera o consentimento, um pouco contrariado, da família de D. João.

c) fora bem acolhido pela família de D. João mas não pela de Manuel de Sousa.

d) fora bem aceite pelas três famílias.

 

Frei Jorge, cunhado de Madalena e

a) franciscano, era irmão de D. João de Portugal.

b) dominicano, era irmão de Manuel de Sousa.

c) sabadiano, era sogro de Telmo.

d) dominicano, era irmão de D. João de Portugal.

 

Ao terminar a cena (ll. 195-207), Madalena está preocupada com a demora do marido por este

a) não ser bom mareante.

b) ser bom mareante e poder ter-se entusiasmado num Tejo que é perigoso quando há nortada.

c) não se eximir a tomar posições nas querelas políticas, por haver peste em Lisboa e por o Tejo ser traiçoeiro.

d) ser atreito a pisar cocós de cão, podendo depois as suas botifarras empestarem o palácio.

 

Preenche o esquema do item 1 da p. 89 do manual:

1. Ao longo da cena, Madalena e Telmo recordam o seu passado comum. Com base nas informações do texto, preenche a sequência.

Casamento de Madalena e D. João de Portugal

______________

______________

____________ (a)

Casamento de Madalena com Manuel de Sousa Coutinho

_______________

_______________

____________ (c)

 

Presente da ação

 

1578

____________ (b)

1586

____________ (d)

Resolve o item 1 de Gramática, na p. 90 do manual:

1. Atenta no excerto.

«Madalena – Valha-me Deus, Telmo! Conheço que desarrazoais; e contudo as vossas palavras metem-me medo… Não me façais mais desgraçada.» (ll. 147-148)

1.1. Identifica os deíticos presentes na fala de Madalena. [Sublinha-os no excerto.]

1.2. Refere a classe da palavra «que».

[Resposta:] Conjunção subordinativa completiva (é um «que» que introduz uma oração subordinada substantiva completiva).

1.3. Indica a função sintática do pronome «me», nas três ocorrências. [Anota no excerto.]

Reescreve a última fala de Madalena na cena II (p. 89, ll. 195-207), transpondo a mesma situação (espera por alguém que vem de Lisboa para a Outra Banda) para a atualidade.

Registo linguístico também deve ser o que conviria a personagens do nosso século. Inclui didascálias e o «formato» (e extensão aproximada) do trecho em causa. A tinta.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Depois de vermos o início de Entre Irmãos (Brothers), completa:

Frei Luís de Sousa

Entre Irmãos

No final do primeiro trecho que veremos de Entre Irmãos teremos o equivalente da situação de Madalena em 1578 — vinte e um anos, menos uma semana, antes do momento a que se reporta a ação da peça no ato I, que decorre em 28 de julho de ______.

Madalena era então casada com ________, cuja família conhecera ainda menina.

Grace é casada com ______ Cahill, com quem namorou desde adolescente.

Casal não tinha filhos. (Maria só nascerá oito anos depois, em 1586, sendo filha de Madalena e de ______.)

Casal tem duas filhas (Isabelle e ______).

Ambos os homens (Portugal e Cahill) são sensíveis à mobilização militar, a que, de certo modo, quase dão prioridade relativamente à família. Entretanto, ambas as iniciativas militares (portugueses em _________; americanos no Afeganistão) são vistas nos respetivos países com muita desconfiança, como desnecessárias e aventureiras.

______ integra exército em Alcácer Quibir.

Sam é enviado para o ______.

Na madrugada do dia da batalha (4-8-1578), escreve uma carta dirigida a Madalena (vivo ou morto ainda há de vê-la) e entregue a _______.

Quatro dias antes de iniciar a comissão (7-10-2007), escreve carta dirigida a ______ e pede a um major que, se viesse a ser necessário, a entregasse à mulher

Tropas cristãs são ________ pelos infiéis («marroquinos»).

Helicóptero americano é ______ pelos talibãs afegãos.

 

 

Aula 55-56 (10 [1.ª], 15 [3.ª, 5.ª], 16/jan [4.ª]) Explicação sobre redações feitas na aula anterior e entretanto comentadas.

Depois de ouvirmos «O Sebastianismo: História e ficção» (cfr. p. 96), responde ao item 1, assinalando com V ou F as afirmações:

a. O Sebastianismo está desde a sua génese associado a um retorno funesto.

b. A crença sebastianista concretiza-se na valorização de figuras marcadas pela excecionalidade e pelo altruísmo.

c. Em Frei Luís de Sousa, a crença sebastianista é vivida pelas personagens femininas.

d. O Sebastianismo liga-se, na peça, a lugares e a objetos evocativos do passado.

[Assistência a cenas III-IV na versão de Quem és tu? Leitura das cenas III e IV para completar sínteses com trechos em falta. Assistência a versão de Jorge Listopad das cenas em causa. Assistência a trecho de Madalena.]

Lê as cenas III e IV do Ato I de Frei Luís de Sousa (pp. 91-93), a fim de completares as sínteses aqui em baixo. Procura que a tua redação se integre bem na sintaxe dos textos que esbocei.

Cena III (p. 91)

Na primeira fala, percebemos que Maria acredita que D. Sebastião . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Na sua segunda fala, Maria interroga-se sobre o que leva o pai a mudar de semblante quando se alude ao regresso de D. Sebastião, e inferimos por que motivo ocorre essa mudança de estado de espírito: Manuel de Sousa Coutinho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Na terceira fala de Maria, é a própria adolescente que, perante o choro da mãe, lhe promete  . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Na última fala, o aparte de Telmo serve para se nos esclarecer que Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Cena IV (92-93)

Nas suas primeiras quatro ou cinco falas, Maria revela preocupação por os pais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Depois, Madalena pede-lhe que . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E, na última fala da cena, a mesma Madalena volta a mostrar-se preocupada por Manuel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

«Fizz Limão» (Miguel Araújo)

Se alguém pudesse pôr um fim à maldição
Que entristece a nossa antigeração
Talvez se o Maradona ainda jogasse futebol
E o rock n’roll ainda fosse a canção

 

Tantas memórias, tantas pontas desconexas
Se o Chuck Norris ainda fosse o rei do Texas
E derrubasse o muro entre o nós e o amanhã
Sem fé no futuro, rumo ao passado a cantar, cantar, cantar

 

Não ficamos à espera, não sustemos a respiração
À espera que o D. Sebastião nos traga a redenção
O povo não desespera, a gente sabe que ainda há solução
Porque o Fizz Limão? Ai o Fizz Limão há-de voltar?
Num dia de sol, o Fizz Limão há-de voltar!

 

A nossa estética perdeu-se no vazio
A nossa ética anda presa por um fio
Valham-nos as memórias de um céu bem mais azul
De quando o Verão azul dava na televisão

 

Não sinto orgulho nas notícias da manhã
Já só vasculho nos baús da minha irmã
E o cheiro a naftalina é que me aquece o coração
Lalalá lalá, rumo ao passado a cantar, cantar, cantar

 

Não ficamos à espera, não sustemos a respiração
À espera que o D. Sebastião nos traga a redenção
O povo não desespera, a gente sabe que ainda há solução
Porque o Fizz Limão? Ai o Fizz Limão há-de voltar?
Num dia de sol, o Fizz Limão há-de voltar!

 

No nosso tempo ninguém morria
No nosso tempo ninguém sofria
Tanto que no nosso tempo
Ninguém dizia o nosso tempo

 

Não ficamos à espera, não sustemos a respiração
À espera que o D. Sebastião nos traga a redenção
O povo não desespera, a gente sabe que ainda há solução
Porque o Fizz Limão? Ai o Fizz Limão há-de voltar?
Num dia de sol, o Fizz Limão há-de voltar!

 

Na p. 91, responde ao item 1.1

1.1. Explicita o sentido global da canção, relacionando-o com as alusões a D. Sebastião e ao Fizz limão.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

TPC — Desenvolve o conto cujo começo devolvi (haverá chamada à Classroom).

 

 

Aula 57-58 (17 [1.ª, 3.ª], 19 [5.ª], 23/jan [4.ª]) Entrega de contos e instrução para reformulações; autorização para concurso. Correção do questionário sobre cena II.

Resolve o item 4 da p. 93 [escreve mesmo a expressão por extenso]:

Em Frei Luís de Sousa, certos elementos funcionam como sinais prenunciadores de uma desgraça futura. Nas cenas III e IV do primeiro ato, além da crença sebastianista, surgem como indícios trágicos ____________ e o murchar das flores, simbolicamente associados ____________.

Lê as cenas V a VIII do Ato I de Frei Luís de Sousa (pp. 97-101), a fim de completares as sínteses que ficam aqui em baixo. Procura que a tua redação se integre bem na sintaxe do texto que esbocei.

Cena V (pp. 97-98)

A cena serve para Jorge vir avisar que os governadores ao serviço de Espanha querem sair de Lisboa, alegadamente por causa da . . . . . . . . . . ., e, por isso, quatro deles  . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Isto revolta Maria. Entretanto, ouvindo melhor do que os outros, Maria percebe que o pai está a chegar.

Cena VI (p. 98)

Um criado, . . . . . . . . . . . . ., confirma a chegada de Manuel. O resto da cena serve para, através de um comentário de Madalena e, sobretudo, de um aparte de Jorge, se acentuar que Maria  . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Cena VII (pp. 98-100)

Pela primeira vez, intervém . . . . . . . . . . . . . Está emocionado e com pressa. Já resolveu que têm de . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ., antes que cheguem os governadores. Decide também que a família irá para a casa que pertencera a . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Cena VIII (pp. 100-101)

Madalena tenta convencer Manuel a . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ., já que a perspetiva de . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . a deixa em pânico.

Transpõe o início da cena VII (pp. 98-99, 58-77) para texto narrativo (de um romance, por exemplo), cujo narrador homodiegético fosse Maria.

Não te coles demasiado às frases do original: a mudança de modo literário (dramático > narrativo) e de focalização (perspetiva passa a ser de Maria) implicam também sintaxe e léxico por vezes diferentes dos do texto de Garrett.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Depois de vermos mais um trecho de Entre Irmãos, retomaremos o ponto em que estávamos na comparação com Frei Luís de Sousa (em 4-8-1578, derrota em Alcácer Quibir; em 2007, queda de helicóptero americano, alvejado por afegãos):

Frei Luís de Sousa

Entre Irmãos

Desaparece D. João de Portugal, que será procurado nos ______ anos seguintes, assumindo quase todos a sua morte.

Desaparece Sam Cahill, sendo comunicada a sua morte a Grace, notícia de cuja veracidade ninguém _____.

Carta entregue a Frei Jorge Coutinho por João de Portugal terá sido transmitida a Madalena logo aquando do regresso a Portugal do frade e futuro _____. Ficou também ciente do seu conteúdo, pelo menos, Telmo.

Carta deixada por Sam para o caso de não regressar é entregue a Grace pelo major ___ no final da missa em memória do falecido. À noite, Grace pega na carta mas não chega a abri-la.

Madalena, passados ____ anos, casara com Manuel de Sousa Coutinho. Um ano depois, tiveram uma filha, Maria. Passados catorze anos sobre o casamento, Maria tem agora treze e falta uma semana para se perfazerem ____ anos sobre Alcácer Quibir.

Nos primeiros tempos, Grace fica _____ com a ausência do marido. Tommy, o cunhado, está bastante presente, até porque precisa de pedir ajuda a Grace, dadas as estroinices em que persiste. Depois parece querer apoiá-la no luto recente.

Telmo é quem mais recorda João de Portugal, com isso angustiando Madalena. Não se inibe de comparar o primeiro amo, que considera superior, com ____, que respeita mas não incensa do mesmo modo superlativo.

Frank Cahill é quem parece ter ficado mais inconformado com a presumida morte de Sam, que lembra sobretudo por comparação com ___, que recrimina e considera não ter as qualidades do outro filho.

TPC — Lança a segunda versão do conto na Classroom.

 


Aula 59-60 (22 [3.ª, 5.ª], 23 [1.ª], 25/jan [4.ª]) Correção de texto escrito na última aula (texto monologal de Maria). Assistência a cenas 9-12 do ato I no filme de António Lopes Ribeiro.

Durante os próximos quarenta minutos não posso estar cá. Ficarão a escrever o texto que lhes ia pedir no segundo tempo. Peço-lhes que estejam com os telemóveis desligados e fechados nas malas. Não quero a mínima consulta à net. Volto a repetir que é gravíssimo o que se já se passou, por parte de meia dúzia de rapazes, no que concerne a plágios. Evitem também dispersar-se, conversarem demasiado, etc.

Trata-se de texto para o concurso «A ética no desporto e na vida». Destaco estes elementos que retiro de regulamento e aviso de abertura:

Do regulamento

Comentário meu

«O Concurso Literário “A Ética na Vida e no Desporto” tem como objetivo estimular a produção de trabalhos escritos, subordinados ao tema da ética no desporto, por parte dos estudantes do ensino secundário»; realiza-se em duas fases: regional (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira) e nacional sendo apurados vencedores em ambas as fases, pelos júris da fase regional e fase nacional do concurso. Passam à fase nacional até seis textos por região.»

Prémios para os vencedores da fase nacional: «1.º Prémio — 750 euros (setecentos e cinquenta euros), troféu, publicação do texto no jornal A Bola e entrevista (edição impressa); 2.º Prémio — 500 euros (quinhentos euros), troféu e publicação na edição online do jornal A Bola; 3.º Prémio — 250 euros (duzentos e cinquenta euros), troféu e publicação na edição online do jornal A Bola». Na fase regional, que venceu o ano passado a Joana B. (do então 10.º 4.ª), 100 euros.

«Os textos a concurso devem versar, exclusivamente, o tema da ética no desporto.»

Este «exclusivamente» não quer dizer que o texto tenha de referir muitas vezes a palavra «ética». Significa que a lição retirada do texto se centrará nesse tópico (ética no desporto). Creio que a melhor solução será partir de situação, ou situações, que ilustrem o tema. Isso pode conseguir-se tanto de modo mais narrativo como mais expositivo, ou, numa espécie de meio termo, de modo cronístico.

«Limite de carateres (sem contabilizar os espaços): 2.500»

Não vão ficar a contar carateres; reservamos isso para quando passarem a computador o texto que agora escreverem. Corresponde a cerca de quinhentas palavras, mas faço notar que esse é o limite máximo, o que significa que o texto pode ter menos palavras (mas, atenção, um texto pequeno não terá hipóteses – diria que, com menos de quatrocentas palavras, já não será premiável). Pode acrescentar-se texto na fase de passagem a computador (mas hoje é para ficar quase completo).

«A qualidade dos trabalhos admitidos a concurso é avaliada, pelos júris da 1.ª fase ou fase regional e da 2.ª fase ou fase nacional do concurso, de acordo com os seguintes critérios: a) Respeito pelo tema da ética no desporto; b) Criatividade e inovação; c) Adequação/correção linguística.»

A parte da alínea c) pode ser aperfeiçoada na fase da passagem a computador, até porque já terão as minhas revisões. As partes a) e b) dependem de boas ideias agora. Não esqueças título (embora sugira que penses nele só no final).

Sairão para o intervalo às exatas 10 horas (pedirei a Dona Beatriz que os venha avisar). Deixarão as folhas com o texto sobre a mesa. Às 10.20 regressarei.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

[Não ligues, para já, ao que se segue; é para a segunda parte da aula]

Vai lendo (pp. 104-105) as cenas finais do ato I de Frei Luís de Sousa e completa:

Cena IX (104)

Ficamos a saber que os governadores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Cenas X, XI e XII (104-105)

Mostra-se-nos a saída da família. Vemos que Manuel resolveu . . . . . . . . . . . . . a casa. Assim que o percebe, Madalena pede que lhe salvem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ., o que . . . . . {já não / ainda} foi possível.

Resolve o item 2 da p. 105, escrevendo por extenso o que falta nas lacunas:

No monólogo da cena XI, Manuel justifica a ação que está prestes a tomar com argumentos de natureza . . . . . . . . . . . . . . . (a) . Através da . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . (b) , antecipa as possíveis consequências negativas da sua decisão, cujo carácter fatídico é reforçado pela referência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . (c). Essa referência e a presença do fogo, símbolo de . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . (d), adquirem o valor de indícios trágicos.

Na p. 103, resolve itens 2 e 3:

2.

1. «Façam o que lhes disse. Já, sem mais detença.» (ll. 58-59) | Ato _______

2. «Ah? inda bem, meu pai!» (l. 71) | Ato ______

3. «Hei de lhes dar uma lição, a eles e a este escravo deste povo que os sofre, […].» (ll. 82-83) | Ato ______

4. «Em verdade nunca te vi assim» (l. 148) | Ato ______

3. [item está mal feito; na verdade, «ali» não é, neste caso, deítico]

Aqui o advérbio «ali» não é deítico, é uma ______.

TPC — Vai arrumando o dossiê de Português; revê gramática; lê partes ensaísticas, sobre Frei Luís de Sousa, no manual.

 

 

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