Aula 83-84
Aula 83-84 (9 [1.ª], 10 [2.ª], 12/fev [3.ª]) Lê o texto que se segue, tirado de:
Bill François, A Eloquência da Sardinha. Histórias extraordinárias do mundo
submarino, tradução de Sandra Silva, Lisboa, Quetzal, 2021, pp. 57-59:
Passar a tarde de quarta-feira
fechado, privado de liberdade... Haveria
castigo mais cruel para uma criança do que esta multa saldada em horas de vida?
Fora punido por «sonhar» e por estar a fazer desenhos em vez de estudar os
ângulos dos triângulos; numa sala de aula sombria e fria juntei-me
a dois colegas que cumpriam pena por
estarem «à conversa». Para aquelas pessoas que queriam ensinar-nos
a vida, os piores crimes eram falar e
sonhar.
No entanto, comunicar é indispensável à aprendizagem.
Comunicar é, na realidade, fundamental para criar uma civilização e mantê-la
viva.
Os polvos estão classificados entre os animais mais
inteligentes que povoam o nosso planeta, detendo provavelmente o recorde de
inteligência dos invertebrados. Os seus cérebros são incrivelmente
qualificados, com capacidade de raciocínio e dedução: constituem uma verdadeira
anomalia da evolução na família dos moluscos, que agrupa seres aparentemente
simplórios, como o mexilhão e o burrié. Para além de uma mente astuta, os
polvos possuem um corpo espantoso: são totalmente flexíveis e capazes de
esgueirar-se por buracos minúsculos; mudam de forma e de cor quando bem lhes
apetece e possuem oito braços, onde se localiza boa parte do seu sistema
nervoso, ferramentas essas cuja destreza inteligente põe à prova os nossos
robôs de maior precisão. Estes atributos poderiam ter feito deles a espécie
dominante do nosso planeta, tanto mais que, vivendo dentro de água, disporiam
de 71% da superfície do globo para criar a sua civilização.
Mas não o conseguiram, pelo menos por enquanto. Uma
possível explicação para o seu fracasso pode estar relacionada com o modo de
transmitirem os seus conhecimentos. Um polvo adquire conhecimentos ao longo de
toda a vida: desenvolve estratégias complexas, como fazer-se
passar pelos seus predadores para conseguir
escapar-lhes, utilizar
uma concha vazia como armadura ou rastejar até terra firme
para ali se alimentar em apneia. Até há
pouco tempo, acreditava-se que estes cefalópodes eram incapazes de comunicar; hoje
sabemos que não é assim. Trocam truques de sobrevivência, exprimem-se através
dos braços e das mudanças de cor, e até existem cidades de polvos, regidas por interações
sociais complexas e construídas sobre as
pilhas de conchas que lhes servem de alimento. Mas, embora partilhem
conhecimentos, os polvos são incapazes de transmiti-los à geração seguinte.
Isso deve-se à
forma como se reproduzem. O início de vida de um polvo é extremamente triste e
dramático. Uma vez fecundados os ovos, os machos partem para outras ocupações e
as fêmeas permanecem na gruta onde fazem a postura, vigiando e oxigenando as
pequenas estalactites brancas onde se contorcem os embriões de polvos. Mas os
embriões demoram tanto tempo a eclodir e a fêmea protege-os
com tanto zelo que, privada de alimento
desde a postura, morre de exaustão pouco antes da eclosão dos ovos. Nunca
poderá falar com a sua progenitura, nem transmitir o seu conhecimento à nova
geração. Por essa razão, o jovem polvo tem de aprender tudo sozinho. A
impossibilidade de educar os seus filhos custou
aos polvos a conquista da terra firme, as cidades, as catedrais, os satélites 4G, o metro à hora de
ponta, os debates nas redes sociais, as declarações de impostos e todas as
outras alegrias da civilização. Talvez tenha sido melhor
para eles, mas é uma pena, pois teriam certamente dotado as suas catedrais
de extintores e os seus metros de internet.
Ao longo do excerto de A Eloquência da Sardinha surgem
alguns momentos de leve ironia. Sublinhei esses passos (ou, pelo menos, os que
localizei mais imediatamente).
Explica o que origina a tal leve ironia, humor, nestes
segmentos:
«aparentemente simplórios» — O humor advém de . . . . . . . .
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«pelo menos por enquanto» — Resulta
irónico o facto de. . . . . . . . . . . . .
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«A impossibilidade de educar os seus filhos
custou aos polvos a conquista da terra firme,
as cidades, as catedrais, os satélites 4G,
o metro à hora de ponta, os debates nas redes sociais, as declarações de
impostos e todas as outras alegrias da civilização» — Na série de
«alegrias da civilização» (expressão que é já irónica) a que os polvos não
puderam aceder algumas são cómicas por as estranharmos atribuíveis a polvos
(ereção de catedrais, satélites 4G), outras são irónicas por . . . . . . . . .
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. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . (metro à hora de ponta,
discussões em redes sociais, impostos).
«é uma pena, pois teriam certamente dotado as suas catedrais
de extintores e os seus metros de internet» — A brincadeira resulta de o cronista
aproveitar para . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
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Vai até à p. 394 do manual.
Reportando-te ao polvo do «Sermão de Santo António [aos Peixes]», do Padre
António Vieira, localiza o episódio, circundando as boas alternativas (em
itálico):
A parte sobre o polvo está no
capítulo I / II / III / IV / V /VI, que contém as repreensões / os
elogios aos peixes, em geral / particular.
Mas já que estamos nas covas do mar, antes que saiamos
delas, temos lá o irmão Polvo, contra o qual têm suas queixas, e grandes, não menos
que São Basílio, e Santo Ambrósio. O Polvo, com aquele seu capelo na cabeça, parece
um Monge, com aqueles seus raios estendidos, parece uma Estrela, com aquele não
ter osso, nem espinha, parece a mesma brandura, a mesma mansidão. E debaixo desta
aparência tão modesta, ou desta hipocrisia tão santa, testemunham contestamente
os dois grandes Doutores da Igreja Latina, e Grega, que o dito Polvo é o maior traidor
do mar. Consiste esta traição do Polvo primeiramente em se vestir, ou pintar das
mesmas cores de todas aquelas cores, a que está pegado. As cores, que no Camaleão
são gala, no Polvo são malícia; as figuras, que em Proteu são fábula, no Polvo são
verdade, e artifício. Se está nos limos, faz-se verde; se está na areia, faz-se
branco; se está no lodo, faz-se pardo; e se está em alguma pedra, como mais ordinariamente
costuma estar, faz-se da cor da mesma pedra. E daqui que sucede? Sucede que outro
peixe inocente da traição vai passando desacautelado, e o salteador, que está de
emboscada dentro do seu próprio engano, lança-lhe os braços de repente, e fá-lo
prisioneiro. Fizera mais Judas? Não fizera mais; porque nem fez tanto. Judas abraçou
a Cristo, mas outros O prenderam: o Polvo é o que abraça, e mais o que prende. Judas
com os braços fez o sinal, e o Polvo dos próprios braços faz as cordas. Judas é
verdade que foi traidor, mas com lanternas diante: traçou a traição às escuras,
mas executou-a muito às claras. O Polvo escurecendo-se a si tira a vista aos outros,
e a primeira traição, e roubo, que faz, é à luz, para que não distinga as cores.
Vê, Peixe aleivoso e vil, qual é a tua maldade, pois Judas em tua comparação já
é menos traidor.
Oh que excesso tão afrontoso, e tão indigno de um elemento tão
puro, tão claro, e tão cristalino como o da Água, espelho natural não só da terra,
senão do mesmo Céu. Lá disse o Profeta por encarecimento que «nas nuvens do ar até
a água é escura»: Tenebrosa aqua in nubibus aeris. [Salmo 17, 12]. E disse
nomeadamente «nas nuvens do ar», para atribuir a escuridade ao outro elemento, e
não à água, a qual em seu próprio elemento sempre é clara, diáfana e transparente,
em que nada se pode ocultar, encobrir, nem dissimular. E que neste mesmo elemento
se crie, se conserve, e se exercite com tanto dano do bem público um monstro tão
dissimulado, tão fingido, tão astuto, tão enganoso, e tão conhecidamente traidor?
Vejo, Peixes, que pelo conhecimento, que tendes das terras, em que batem os vossos
mares, me estais respondendo, e convindo, que também nelas há falsidades, enganos,
fingimentos, embustes, ciladas e muito maiores, e mais perniciosas traições. E sobre
o mesmo sujeito, que defendeis, também podereis aplicar aos semelhantes outra propriedade
muito própria; mas pois vós a calais, eu também a calo. Com grande confusão porém
vos confesso tudo, e muito mais do que dizeis, pois o não posso negar. Mas ponde
os olhos em António, vosso Pregador, e vereis nele o mais puro exemplar da candura,
da sinceridade, e da verdade, onde nunca houve dolo , fingimento ou engano. E sabei
também que para haver tudo isto em cada um de nós, bastava antigamente ser Português,
não era necessário ser Santo.
Vê agora o esquema da p. 395. Se se tratasse de uma
fila equivalente mas em função do texto de Bill François, ficaria:
|
Polvo (Vieira) |
Camuflagem
(capacidade de mudar de cor) |
Hipocrisia,
dissimulação e traição. |
|
Polvo (François) |
|
|
O que talvez tenhas feito o ano passado para os três peixes que são criticados na primeira metade do cap. V do «Sermão de Santo António» —
roncadores, «pegadores», voadores — fá-lo-emos de novo para o peixe (na
verdade, um molusco cefalópode) abordado em último lugar, o polvo. Assim, vai preenchendo as
tabelas:
|
Peixe |
Repreensão |
Linhas |
|
polvo |
«Se está nos limos,
__________; se está na areia, ___________; se está no lodo, _________; e[,]
se está em alguma pedra, como mais ordinariamente costuma estar, ____________» |
1.ª metade do 1.º parágrafo |
Volta
a surgir a analogia entre características
do animal e vícios dos homens,
ilustrados com peripécias bíblicas e
contraditados pelo bom exemplo de
António:
|
Característica dos homens
que está a ser criticada |
Outros maus exemplos |
Passos a consultar |
|
|
O bom exemplo de Santo
António |
|||
|
polvo |
|
Judas abraçou Cristo mas
foram outros que o _________ (o polvo abraça e, com os próprios braços, faz
as ___________). |
2.ª metade do 1.º parágrafo |
|
António foi o mais puro
exemplar de _______________; nele nunca houve _________________. |
três últimos períodos |
Sobre
as características que o Padre Vieira critica no polvo:
|
retrato do polvo |
que o faz assemelhar-se a.../ ou fingir |
|
capelo (na cabeça) |
__________ |
|
_____ (braços) |
Estrela |
|
falta de ossos ou de
espinha |
__________, mansidão |
|
Desta aparência modesta, desta
«hipocrisia tão santa», resulta ser o polvo o maior traidor do mar: |
|
|
por malícia, muda de cor
conforme o ambiente (como, mas apenas por ___, faz o camaleão) |
lança os braços e prende
os _________ e os desacautelados |
Indica os recursos
expressivos assinaláveis nos passos seguintes. Usa:
metáfora [duas vezes]| apóstrofe | comparação | antítese
| interrogação retórica | anáfora
a) «O Polvo, com aquele seu capelo na cabeça, parece um Monge»
| ___________
b) «E debaixo desta aparência tão modesta, ou desta hipocrisia
tão santa, [...]» | _________
c) «Consiste esta traição do Polvo primeiramente em se vestir
ou pintar das mesmas cores de todas aquelas cores a que está pegado» |
___________
d) «Se está nos limos, faz-se verde; se está na areia, faz-se
branco; se está no lodo, faz-se pardo; e, se está em alguma pedra, [...] faz-se
da cor da mesma pedra» | __________
e) «E daqui que sucede?» | ____________
f) «[...] e o salteador, que está de emboscada dentro do seu
próprio engano, lança-lhe os braços de repente» | ___________
g) «Vê, peixe aleivoso e vil, qual é a tua maldade [...]» |
_____________
[Do
cap. V do «Sermão de Santo António», do Padre António Vieira]
Em À procura de Dory, o polvo (Hank) tem algumas das
características atribuídas aos polvos no «Sermão de Santo António» mas revela
outras em que o Padre Vieira não pensara. No filme — de que veremos partes em
que intervém Hank —, o polvo começa por parecer interesseiro e rezingão mas,
progressivamente, vai-se tornando quase frágil e simpático. No «Sermão de Santo
António», o percurso é o contrário: realça-se a aparência de santidade do
polvo, para se vincar depois a hipocrisia, a maldade.
Na tabela, podes usar
alguns destes adjetivos ou outros que te pareçam pertinentes:
dedicado | irritável |
irritadiço | esforçado | receoso | prestável | derrotista | sensível |
afetuoso | individualista | solitário | persuasivo | influenciável |
introvertido | afável | delicado | astucioso | manhoso | carinhoso | otimista |
calculista.
|
Comportamentos do polvo Hank |
Caracterização (por adjetivos) |
|
Disfarça-se de gato, de parede, de planta, de
corrimão, etc. |
Escondido, dissimulado, ocultado (mas sem se
conotar nada disto com a psicologia) |
|
Tenta convencer Dory a dar-lhe a etiqueta. |
Insinuante, ____________________, quase malicioso,
_____________, _____________, astuto; ligeiramente interesseiro, ___________.
|
|
Mostra-se diligente a conduzir Dory nos seus
percursos, a ajudá-la, mesmo contrariado. |
Solidário, solícito, ______________________,
_____________, prestimoso, _____________. |
|
Esconde-se e disfarça-se para não ser tocado
pelas crianças, de quem tem pavor. |
Medroso, timorato, _____________________ (talvez
por estar ainda traumatizado por ter perdido tentáculo). |
|
Chega a gritar com Dory, impaciente por ela não
lhe dar a etiqueta, quase lha tirando à força, mas acaba por se retrair e
controlar-se. |
Primário, ______________, ______________, mas,
no fundo, com boa índole. |
|
«Não quero ninguém com quem me preocupar. Tu
tens sorte: sem memórias, sem problemas». |
Pessimista, cético, _____________________;
_________________, __________________, associal, _____________________. |
|
Não gosta de conversas nem de perguntas. Quer
viver dentro de caixa de vidro, sozinho, sem ter de conversar com ninguém. |
|
|
[no momento da separação:] «Vai ser
difícil eu esquecer-te, miúda»; «Estás bem?». |
Meigo, _______________, _______________, terno,
cordial, ______________________, ___________________, ________________. |
|
Preferia ficar preso, em exposição, mas deixa-se
conduzir por Dory (e, já antes da insistência dos outros peixes, aceitara
fugir a seu pedido). |
Inseguro, ____________________________. |
|
[quase no final:] «Dou-me bem com a
loucura!». |
Entusiástico, arrebatado, _________________. |
Não
quero a mínima consulta à net. Volto a repetir que é gravíssimo aproveitar em
textos nosso o se que copie de manual, de colegas, de net (IA ou o que seja).
Trata-se
de texto para o concurso «A ética na
vida e no desporto», que colegas vossos, da nossa escola, já
venceram em anos anteriores. Destaco estes elementos que retirei de regulamento
e aviso de abertura:
|
Do regulamento |
Comentário meu |
|
«O Concurso Literário
“A Ética na Vida e no Desporto” tem como objetivo estimular a produção de
trabalhos escritos, subordinados ao tema da ética no desporto, por parte dos
estudantes do ensino secundário»; realiza-se em duas fases: regional (Norte,
Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira) e
nacional sendo apurados vencedores em ambas as fases, pelos júris da fase
regional e fase nacional do concurso. Passam à fase nacional até seis textos
por região.» |
Prémios para os
vencedores da fase nacional: «1.º Prémio — 750 euros (setecentos e cinquenta euros),
troféu, publicação do texto no jornal A Bola e entrevista (edição
impressa); 2.º Prémio — 500 euros (quinhentos euros), troféu e publicação na
edição online do jornal A Bola; 3.º Prémio — 250 euros (duzentos e
cinquenta euros), troféu e publicação na edição online do jornal A Bola».
Na fase
regional, 100 euros. |
|
«Os
textos a concurso devem versar, exclusivamente, o tema da ética no
desporto.» |
Este
«exclusivamente» não quer dizer que o texto tenha de referir muitas vezes a
palavra «ética». Significa que a lição retirada do texto se centrará nesse
tópico (ética no desporto). Creio que a melhor solução será partir de
situação, ou situações, que ilustrem o tema. Isso pode conseguir-se tanto
de modo mais narrativo como mais expositivo, ou, numa espécie de meio termo,
de modo cronístico. |
|
«Limite
de carateres (sem contabilizar os espaços): 2.500» |
Não percam agora tempo a contar carateres; reservamos
isso para quando passarem a computador o texto que agora escreverem.
Corresponde a cerca de quinhentas palavras, mas faço notar que esse é
o limite máximo, o que significa que o texto pode ter menos palavras (mas,
atenção, um texto pequeno não terá hipóteses – diria que, com menos de
quatrocentas palavras, já não será premiável). |
|
«A qualidade dos trabalhos admitidos a concurso é
avaliada [...] de acordo com os seguintes critérios: a) Respeito pelo
tema da ética no desporto; b) Criatividade e inovação; c)
Adequação/correção linguística.» |
A
parte da alínea c) pode ser aperfeiçoada na fase da passagem a
computador, porque já terão as minhas revisões. As partes a) e b)
dependem de boas ideias agora. Não esqueças título (embora sugira que
penses nele só no final). |
TPC — Na próxima semana, vou querer saber das leituras de livros já acabadas (e não aceitarei novas protelações — livros combinados terão de estar efetivamente lidos, o que poderei avaliar mediante perguntas orais ou escritas). Quem está bloqueado sem conseguir ler o que escolhera deveria escolher comigo alguma leitura para completar sem falta até ao Carnaval. Quem já terminou deve combinar comigo alguma nova leitura.
#
Português / 12.º 1.ª; 12.º 2.ª; 12.º 3.ª / Escola Secundária José Gomes Ferreira / 2025-2026
(O nome do blogue aproveita título de um livro do patrono da escola.)
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