Sunday, August 24, 2025

Aula 57

Aula 57 (9 [2.ª], 11/dez [3.ª])

Preenche as lacunas do texto a seguir (vê as palavras a usar na p. 146, Texto A, 1):

O conto — Género _______ (a) com _______ (b) tradição histórica e _______ (c), o conto é um relato quase sempre _______ (d), onde se narra, de forma _______ (e), uma _______ (f) história sem ______ (g) complexidade, envolvendo um número relativamente ________ (h) de personagens e decorrendo num tempo também não muito ______ (i). [...]

               A ação, a personagem e o tempo são as categorias da narrativa mais claramente ________ (j) pelas propriedades materiais do conto. Elas fazem com que seja praticamente _______ (k) o tratamento de figuras muito _______ (l) ou a inserção de intrigas ________ (m); por outro lado, é isso que, em boa parte, favorece a _______ (n) captação da atenção do leitor, no imediatismo de uma leitura que dura pouco [...].

Depois de leres o texto C, escolhe a alínea correta no item 3 (p. 147): _______.

Resolve 1, 2, 3 da p. 156 (pode ser útil consultar, na p. 324, em fundo rosa, «Classes e subclasses da palavra que: conjunção, pronome ou determinante?»):

1. Na frase «É certo que podia pôr os óculos, mas sabe que não vale a pena tal trabalho.» as palavras «que» são

(A) pronomes em ambos os casos.

(B) um pronome e uma conjunção, respetivamente.

(C) conjunções em ambos os casos.

(D) uma conjunção e um pronome, respetivamente.

2. Em «É esquisito não lhe causar estranheza que Gi continue tão jovem que podia ser sua filha.», as palavras «que» são

(A) pronomes em ambos os casos.

(B) conjunções em ambos os casos.

(C) um pronome e uma conjunção, respetivamente.

(D) uma conjunção e um pronome, respetivamente.

3. [As opções para a resposta estão na coluna B, no manual:]

(A) «Andam lentamente, mais do que se pode, como quem luta sem forças contra o vento»

 

(B) «Tem alguns livros, mas poucos, como os amigos que julga sinceros, sê-lo-ão?»

 

(C) «– Parece-me que às vezes fazes isso, enfim, toda essa desertificação, com esforço, com sofrimento»

 

(D) «Gi com um pregador de oiro que um dia ficou, por tuta e meia, num penhorista qualquer de Lisboa»

 

(E) «– Que pensas fazer, Gi?»

 

(F) «E eles acham que eu tenho muito jeitinho, que hei de um dia ser uma boa senhora da vila, uma esposa exemplar, uma mãe perfeita»

 

(G) «– Que idade tem?»

 

(H) «Porque... o tal crime de que lhe falei, o único sem perdão, a velhice»

 

(I) «– Tenho um trabalho que me agrada»

 

(J) «Ela pensa – sabe? – que com dinheiro ninguém está totalmente só, ninguém é totalmente abandonado»

 

Futuro Eu (David Fonseca)

Futuro eu,
Lê esta carta que eu escrevi.
Sei que é só tinta em papel,
Mas quero só o melhor para ti.

Caro futuro eu,
Eu já não estou, mas tu estás aqui.
Faz do futuro o presente,
Vai rente ao tempo que tens
(E agora toma nota).

Não é tarde, não duvides,
Não empates, não compliques.
Deixa ser o que é para ser,
Faz só o que a vontade quer;
Não te dês sem compromisso,
Não esperes por quem não te quer;
Sê um homem sem esquecer o miúdo
E, acima de tudo,
Cuida bem do futuro
Do meu futuro eu.

Desculpa ser tão insensível e frontal.
Futuro eu, sê diferente
Deste vulgar atual,
Dá o salto, corações ao alto.

Não é tarde, não duvides,
Não empates, não compliques,
Deixa ser o que é para ser,
Faz só o que a vontade quer.

Esquece os detalhes, os atalhos,
As desculpas, inquietado
Com quem não pode, nem nunca
Vai querer, compreender.

Não te dês sem compromisso,
Não esperes por quem não te quer;
Sê um homem sem esquecer o miúdo
E, acima de tudo,
Cuida bem do futuro
Do meu futuro eu.

Dá o salto, corações ao alto.
Não é tarde, não duvides;
Não empates, não compliques,
Não é tarde, não duvides.
Divide em partes, não compliques,
Não é tarde, não duvides.
Divide em partes, não compliques

Futuro, meu bem,
Por que não vens de vez?
O passado já foi
E o agora nada fez.
Futuro, meu bem,
Por que não vens de vez?
O passado já foi
E o agora nada fez.
Futuro, meu bem,
Por que não vens de vez?
O passado já foi
E o agora nada fez.

E, acima de tudo,
Cuida bem do futuro
Do meu futuro eu.
Futuro eu,
Futuro eu,
Futuro eu.

Depois de ouvirmos a canção «Futuro Eu», de David Fonseca, escreve um pequeno comentário que reúna, já agregadas, as respostas a 1.1, 1.2, 1.3, 2 (p. 148).

Trata-se de uma carta, em que o sujeito poético se dirige . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

 

 

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